bate coração, bate,
bate por quem olha
bate por quem chora
bate por quem ama
e bate tanto por quem te bate
que um dia ou parará de bater
ou virará pedra e se verá endurecer
um coração apaixonado Leave a comment
Amor Leave a comment
Se há um sentimento difícil de descrever, é o amor. Ele não se resume ao verbo amar, pois amar é também desejar, tocar, odiar, etc. Ele não se resume a se sentir somente feliz, porque amar sentir pelas coisas que não dão tão certo quanto esperamos, por chorar de tristeza e saudades, ou chorar pelo outro. Amor é um sentimento dúplice, em que se sente opostos sentimento uma coisa só.
Aliás… o amor só pode ser sentido. É como aquelas angústias que todos um dia sentimos, mas que não temos condições e nem vocabulário pra jogar em palavras; ainda que todos entendão as aspas quando dizemos que é um “desespero” ou uma “sofreguidão”; Amor é “amar”, ou “odiar”, ou “gostar” do outro de um jeito diferente; mas, sobretudo, Amor é Amor e não se descreve.
The Heart of Life Leave a comment
Aforismo de amor Leave a comment
Escrever o que é o amor em um pedaço de papel é como desenhar no céu o mundo inteiro e querer que ele seja assim: tão pequeninho. O poeta pinta do amor uma face: quem não ama, vê um retrato; quem ama, toca a pele de olhos fechados
TCC 1 comment
Fazer TCC cansa…
Sunrise Leave a comment
Fazia tempo que nao via o dia amanhecer como hoje.
Torço pra que seja algum sinal de que as coisas vão se clarear.
Começo do fim. Leave a comment
Hoje volta a faculdade. Primeiro dia útil de agosto e já estamos em aula de novo…
Hoje é a entrada na volta final. Falta só um semestre pra formatura e a gente tem que completar tudo que fez nesses 3 anos passado e mais um pouco por causa do TCC. Aulas várias, provas e o escambal a quatro aguardam…
E eu aqui com o estômago fudido e quase morrendo pra trabalhar… quero só veeeeeeeer…
O Fim Leave a comment
Vejo, agora, como se hoje fosse
Deitados na grama um casal
Somos nós dois, eu e você
Envoltos em brilho angelical
Dias e dias assim, com amor.
Nunca se o esvaia nosso copo.
Os sonhos de um sol a se pôr
Guardados em um único corpo.
Agora essas portas se abrem
E os lençóis não são os nossos
Os lençóis abrigam outrem…
Abrigam de outro os esforços…
Lembra como vivíamos em paz?
E a alegria? Lembra-se da calma?
Lembra-se daquela ternura fugaz
Que surgia e nos abraçava a alma?
Os nossos dias, as rosas, os beijos
As prosas, desejos e a chama?
As noites harmoniosas, realejos
Que o amor ergue e conclama.
Agora só seu rosto transfigurado…
Prazer inundado com traição.
O amor, dolorido, agora farpado
Estrangulando o nosso coração.
As nossas viagens eram mágicas.
Guarda ainda na sua memória?
São pedaços de vidas trágicas…
Mal sabia que o sorriso esmaecia…
Eu não posso ver o que vejo…
Não posso sentir o que sinto…
Fecho essa porta e o desejo
Que antes era vivo e desperto.
Que nosso amor não seja nada
Que nossa vida seja abandonada
Que os olhos não se cruzem mais
Pois o amor que te dei foi demais.
Renato Gonçalves Toso
02.08.2010
Up to date. 1 comment
Faz algum tempo que não escrevo. Parece que os interesses divergiram um pouco e agora com a falta de tempo — tempo que está sendo até mesmo renegado ao TCC — escrever está um pouco de lado e fotografia está mais em alta no momento.
Estou gostando da ideia aliás…
Não é que tenha parado de gostar de escrever; mas, ultimamente, ao invés de letras estão vindo à mente imagens. Fotos de tudo e tudo mais. Logo eu equilibro os dois e mesmo em “desequilibrio” os poemas ainda fluem bem. Daí é o tempo que pesa.
De resto, para os poucos perdidos que me leem, não deixem de olhar o meu Flickr, que está à esquerda, na barra ao lado, por último e comentar as fotos que eu tiro.
No mais, tudo de boa. Recompondo-me para o reinício das aulas e só imaginando o que eu terei de fazer pra terminar esse TCC em tempos nesse ano aqui…
Resfriado.. Leave a comment
post auto-explicativo….